Acordo Mercosul e União Europeia: tratado histórico entra em vigor
O acordo Mercosul e União Europeia reduz tarifas de importação de forma gradual. O governo brasileiro confirmou o início destas regras comerciais para maio de 2026.
O acordo Mercosul e União Europeia começa a valer provisoriamente nesta sexta-feira (1º de Maio de 2026). Diplomatas negociaram este tratado durante mais de duas décadas.
Nesse sentido, o governo federal comunicou oficialmente esta confirmação. O tema também pautou as discussões recentes no Senado. A Comissão Europeia afirma que o tratado cria uma grande área de livre comércio. Ele conecta um mercado consumidor de 780 milhões de pessoas.
Entenda o que muda com o acordo Mercosul e União Europeia
- Fim das tarifas: Primeiramente, o documento zera mais de 90% das tarifas de importação e exportação. Isso ocorrerá ao longo de um período de transição entre os países.
- Vigência provisória: Além disso, os parlamentos europeus ainda precisam ratificar o texto final. Portanto, a vigência inicial foca apenas nas regras de trânsito aduaneiro e nas tarifas diretas.
- Clima e Sustentabilidade: Por fim, os europeus exigiram cláusulas ambientais rígidas no documento. Os países precisam combater o desmatamento e cumprir o Acordo de Paris rigorosamente.
Impactos diretos para o Brasil
O Senado discutiu os impactos práticos nesta semana. Os produtos agropecuários brasileiros ganharão cotas especiais de isenção. Isso facilitará muito a entrada de carnes e açúcar no mercado europeu.
Em contrapartida, o Brasil abrirá seu mercado para bens industriais da Europa. Isso inclui maquinários de alta tecnologia e veículos. Contudo, o governo diluirá a redução tarifária ao longo de 15 anos para proteger a indústria nacional.
A Agência Brasil estima que o novo cenário fortaleça as exportações. O país também deve atrair novos investimentos estrangeiros e gerar empregos. Com isso, Portugal se consolida como o principal polo logístico para empresas brasileiras.
Em resumo, o acordo Mercosul e União Europeia representa um marco econômico decisivo. O setor produtivo precisa se preparar agora para estas novas oportunidades internacionais.
Fonte: Comissão Europeia | EBC | Rádio Senado Brasil











