Além de destinos tradicionais como Portugal, Espanha e Itália, países do Leste Europeu e da região do Báltico têm ampliado programas para atrair estrangeiros, incluindo empreendedores e trabalhadores remotos.
Estônia, Croácia e Romênia estão entre os países que adotaram medidas para facilitar a atuação de profissionais internacionais, com iniciativas voltadas à digitalização de serviços, criação de empresas e concessão de vistos específicos.
Na Estônia, o programa de e-Residency permite que estrangeiros abram e administrem empresas de forma totalmente online. A iniciativa não concede residência física no país, mas oferece acesso ao ambiente empresarial europeu e à infraestrutura digital do governo estoniano.
Já a Croácia implementou um visto voltado para nômades digitais, permitindo que profissionais que trabalham remotamente residam no país por período determinado, desde que comprovem renda e atividade profissional fora do território croata.
A Romênia também passou a oferecer autorização de residência para trabalhadores remotos, com regras semelhantes, voltadas a profissionais que prestam serviços para empresas ou clientes no exterior.
Especialistas apontam que esses países têm atraído interesse por apresentarem custos de vida mais baixos em comparação com a Europa Ocidental e por oferecerem processos administrativos mais digitalizados.
No entanto, cada país possui regras próprias de residência, tributação e permanência, e a autorização nesses programas não garante, automaticamente, livre circulação ou residência permanente em outros países europeus.
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